terça-feira, 20 de setembro de 2016

#029 - Hammerfall - Legacy of Kings



Ainda na linha heavy metal, o disco de hoje é do grande Hammerfall. Esse Legacy of Kings eu comprei logo no lançamento. Ele apareceu dando sopa da loja Vicius Discos e Afins aqui de Presidente Prudente e, ainda mais, era uma versão Germânica. Lembrando que em 1998 o dólar estava equiparado com o real e comprar discos importados era muito mais barato do que um nacional. Todos os discos que comprei em 1997 ou 1998 foram importados.
Esse disco foi adquirido logo após ler uma matéria na revista Rock Brigade falando da banda. A matéria dizia que muitos acusavam o grupo de não ter originalidade e de ser uma mistura de Manowar com Helloween. Ou seja, o que poderia ser uma coisa negativa para alguns, para mim foi decisivo. E o que achei? Sim, realmente eles eram uma cópia das duas bandas, mas faziam isso com talento e energia.
Legacy of Kings ainda é um álbum meio engessado. Muito contido, tudo certinho, bem gravado e limpinho. Faltava um pouco mais de energia, o que foi aparecendo nos discos posteriores.
Destaque para Heeding the Call, Legacy of Kings, Remember Yesterday, At the End of the Rainbow e The Fallen One.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

#028 - Blind Guardian - At the Edge of Time



E estou em uma vibe mais heavy metal nos últimos dias. Que tal começar essa segunda feira com um pouco de metal melódico alemão? O Blind Guardian é uma banda que mora no meu peito. Tudo bem que eles andaram mudando muito a sonoridade nos últimos anos, saindo daquela música mais rápida e entrando em um terreno mais melódico, mas não ficou ruim. Apenas diferente.
At the Edge of Time foi lançado em 2010 e comprei ele meio que com o pé atrás, pois não tinha gostado muito do disco anterior (A Twist in the Myth). Mas, esse disco se mostrou bem divertido, bem construído e, acima de tudo, bem melódico. Músicas bacanas, refrões grudentos e uma pegada mais metal tradicional que os últimos discos não estavam mostrando. Esse comprei via internet. Infelizmente o ritual de ir até uma loja de discos está se findando, mas não abandonarei a coleção nunca.
Duas músicas são bem legais, e bem acessíveis aos fãs de heavy metal. Ride into Obsession e A Voice in the Dark vão fazer você bater cabeça e cantar o refrão junto. Mas o disco também tem Curse My Name, War of the Thrones, Tanelorn e Wheel of Time. Discaço.


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

#027 - Legião Urbana - Quatro Estações



Sim, eu tenho alguns discos do Legião Urbana. Nem todos, pois não suporto alguns deles, mas outros são bons para relaxar. Esse Quatro Estações é o disco mais baba de Renato Russo e companhia. Ele foi feito para ser platinado, vender muito e tocar na rádio. Ele é Pop e pronto, e isso não quer dizer que é ruim. As pessoas precisam parar de achar que o Pop é ruim.
Renato Russo é o mestre incontestável de juntar frases sem sentido em uma mesma música. Fico embasbacado com os fãs xiitas que lhe conferem o título de poeta da juventude e de pessoa que soube expressar os sentimentos de uma geração. Cara, é tudo sem sentido. Ou alguém vai dizer o que ele queria dizer com "Eu era um Lobisomem Juvenil"?
O que importa é que o disco é bacana para ouvir em um momento de descontração. Sinceramente, não me lembro em que momento comprei esse CD, mas lembro que foi usado, pois a capinha está bem detonada. Destaques para Pais e Filhos, Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto, 1965 (Duas tribos), Meninos e Meninas, Monte Castelo e Se fiquei esperando meu amor passar.


domingo, 11 de setembro de 2016

#026 - Destruction - Eternal Devastation



Domingo calmo curtindo aqui em casa um som da minha adolescência. Quando você começa no Heavy Metal você quer mostrar que é o fodão, que só ouve bandas violentas e que faz e acontece. Infelizmente isso é reflexo de imaturidade dos adolescentes. Depois que você cresce começa a perceber a verdadeira profundidade da música e como algumas bandas, que pareciam muito legais. são na verdade um poço de ingenuidade.
Acho que posso colocar o Destruction neste caldeirão. Procurando por bandas de Trash Metal, quando ainda tinha 15 anos, encontrei o Eternal Devastation em uma banca de promoções. Levei para casa e achei muito legal. O disco foi lançado em 1986 e mostra uma banda ainda no começo, limitada do ponto de vista técnico, mas com energia, potência nos amplificadores, uma música um pouco arrastada e vocais bem interessantes. Porém, sem esquecer da ingenuidade das letras "violentas". 
Esse disco se perdeu nos anos. Emprestei para alguém e nunca mais voltou. A poucos anos tive a oportunidade de comprar uma cópia em CD do mesmo que veio com o bônus de também ter as músicas do EP The Mad Butcher (quatro músicas).
Destaques para Confound Games, Curse the Gods, United by Hatred, Upcoming DevastationConfused Mind.


sábado, 10 de setembro de 2016

#025 - Green Day - Dookie



Olha só, acordei com vontade de ouvir esse disco, principalmente por conta de uma música. Os mais jovens não vão se lembrar de movimentos específicos do rock na década de 1990, mas tivemos a invasão de bandas que foram classificadas como Pop Punk. Até hoje esse título é inexplicável, uma vez que os dois termos são totalmente contraditórios,  mas tivemos algumas bandas de rock baba que eram bem legais. Entre elas temos o Green Day.
Esse disco, lançado em 1994 é totalmente inofensivo. Disco para ouvir enquanto faz alguma tarefa repetitiva, como lavar roupa ou fazer faxina na casa. Músicas rápidas, letras ingênuas e muita energia. Da para pular em uma festa.
Esse disco eu comprei no Feirão do Disco em Presidente Prudente. A loja chegou a ter 5 unidades na cidade e, como as outras lojas de discos, não sobreviveu à invasão da pirataria.
Destaques do disco são Welcome to Paradise, Basket Case, When I Come Around, In the End e a minha preferida, a sem sentido  Pulling Teeth.
Coloca a bolachinha no som e deixa a diversão rolar.


terça-feira, 6 de setembro de 2016

#024 - Ozzy Osbourne - No More Tears



Esse é um disco mito para mim. Estava aqui na estante procurando o disco de hoje e decidi que era hora de ouvir um Ozzy Osbourne. Nada melhor do que No More Tears. Em minha humilde opinião esse disco trouxe o Madman de volta às paradas. A carreira do vocalista estava meio enfadonha e ele decidiu chutar tudo.
Disse que iria se aposentar e lançou esse como um disco de despedida. E que despedida. No More Tears é um disco para ouvir com um grande sorriso. Rock executado com grande maestria e toneladas de energia. É um disco pop. Ele vai agradar a todos os gêneros e, assim como todo disco de rock deveria ser, é muito divertido. Claro que depois se provou que Ozzy não iria parar e outros discos vieram, mas nenhum com a energia e a popularidade deste.
Esse exemplar me acompanha há muito tempo. Na realidade foi presente de uma amiga e já está comigo nos últimos 20 anos. A primeira vez que ouvi No More Tears foi em uma locadora de CDs (sim, isso existia). Levei para casa, gravei em uma fita cassete e pouco tempo depois ganhei o CD. Uma boa história para se lembrar.
O disco inteiro é digno de nota. Impossível falar de destaques. Mas, vamos apenas dizer que o clipe da música título é fenomenal.


domingo, 4 de setembro de 2016

#23 - Rhapsody - Symphony of Enchanted Lands



Um belo dia estava andando pela Vicius Discos e Afins em Presidente Prudente e me deparei com este disco na prateleira. O ano era 1998 e nunca tinha ouvido falar sobre a banda. Decidi abraçar a ideia (apenas pela arte da capa) e levar a bolachinha para casa. E como fiquei feliz.
Hoje pode parecer uma coisa trivial, mas até o surgimento do Rhapsody (que mudaria o nome para Rhapsody of Fire alguns anos depois) ninguém tinha feito uma junção de Metal e música clássica desta maneira. Esse disco em questão é tão sinfônico que pode cair no gosto de qualquer um, e não somente de fãs de Heavy Metal. Analisando mais a fundo, esse é o disco mais sinfônico da banda. Os discos posteriores manteriam o lado orquestral, mas apostariam em um pouco mais de peso.
A banda italiana conquistou o mundo e também a minha preferência. Tenho todos os discos aqui na estante e muitos ainda vão aparecer por aqui.
Destaques absolutos para Emerald Sword, Wisdom of the Kings, Eternal Glory, Wings of Destiny Symphony of Enchanted Lands com seus 10 minutos de duração. 
Peguem suas espadas, montem em seus dragões e vamos bater cabeça com esse ótimo disco.



sábado, 3 de setembro de 2016

#022 - Queen - Made in Heaven



Recentemente o Team Rock fez uma lista classificando os melhores e os piores discos do Queen em ordem decrescente. Para essas pobres almas, o pior disco do Queen é este Made in Heaven. Coitados, o Queen não possui disco ruim, apenas discos mais e menos acessíveis. Claro que, como toda lista, ela é idiota. Então nada melhor do que ouvir o pior disco do Queen (segundo eles) nesse dia chuvoso,
Tenho que ser honesto. Descobri o Queen muito tarde. Sabe aquele lado radical da molecada que começa  a ouvir Heavy Metal? Então, eu era assim. Só aos 20 anos comprei o volume 1 do Greatest Hits e me apaixonei. Depois veio o volume 02 e o 03. A curiosidade pelo resto do trabalho da banda e por ouvir as músicas das coletâneas inteiras (as que estão nos Greatest Hits são as versões dos vídeo clipes que são geralmente mutiladas para terem uma duração menor) é que me fez comprar os discos regulares.
Esse Made in Heaven foi adquirido por conta de uma única música. Let me Live é uma canção sensacional e o título dá um aperto no coração ao ser ouvido na voz de Freddie Mercury. Esse disco, lançado em 1995, é o último disco da banda e saiu do forno após a morte do vocalista em 1991. As músicas tiveram os vocais gravados previamente pelo cantor ou são sobras de estúdio de outros discos, além de duas músicas com novos arranjos que estavam no álbum solo de Freddie. 
O disco foi direto para o 1º lugar das paradas inglesas em seu lançamento, ganhou 4 discos de platina e vendeu, até o momento, 20 milhões de cópias no mundo todo. Nada mal para o pior disco da banda,
Coloque a bolachinha no aparelho de som e curta Heaven for EveryoneToo Much Love Will Kill YouI Was Born to Love YouA Winter's TaleMade in Heaven, Let me LiveIt's a Beautiful Day.
A versão que estou ouvindo agora faz parte da caixa de aniversário da banda e também possui um CD bônus com mais 6 músicas.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

#021 - Slayer - South of Heaven



Faz tempo que estava querendo ouvir algo um pouco mais pesado e hoje foi o dia perfeito para isso, já que a patroa não estava em casa. Assim como o Metallica, tenho um grande apreço pela primeira parte da carreira do Slayer. Digamos que os 6 primeiros discos não podem faltar na coleção de ninguém.
A música South of Heaven foi a primeira composição do Slayer que ouvi em minha vida. A canção estava em uma coletânea Heavy Metal que comprei quando tinha 15 anos (as coletâneas eram bem populares no começo da década de 1990). Depois de um tempo consegui ouvir os discos completos, mas esse que tenho em mãos agora foi o último que consegui comprar. Isso deve se pelo fato de demorar a achar uma versão importada, já que a nacional tinha desaparecido.
Mesmo sendo um bom representante do Thrash Metal americano, o disco causou um pouco de estranheza. Ele é sucessor da megapancada Reign in Blood (1986) e, seguindo esse padrão, o disco desacelera um pouco,
Mas, não tem como ficar impassível a violência de South of Heaven, Silente Scream, Mandatory Suicide, Behind the Crooked Cross e Spill the Blood. Instrumental violento e letras bobinhas. A marca registrada do Slayer.


#30 - Manowar - Louder Than Hell

O ano era 1996. A internet ainda estava engatinhando e sites de música pesada de qualidade eram muito raros. Nessa época o normal ainda...